Oie!! 🙂 Tudo bem? Que bom tê-la por aqui!!

Você já viu o post do primeiro episódio explicando melhor sobre o projeto? Não? Então veja aqui! 🙂

O Projeto #ELASMORAMNOMUNDO foi criado com objetivo de compartilhar histórias de meninas que estão morando fora do Brasil com o intuito de incentivar, motivar e juntar criarmos uma rede de apoio pois sabemos que o processo não é tão simples assim, mas vale muito a pena. Sair da zona de conforto e vencer o medo, é um caminho sem volta, quanto mais você se arrisca e cria coragem, mais coisas incríveis acontecem na sua vida.

Então vamos conhecer mais 05 meninas que estão morando pelo mundo? Tenho certeza que se identificará com alguma(s) delas, e no fim, vai perceber que de alguma maneira todas elas se conectam de alguma forma. Domingo que vem dia  20/12 tem o terceiro e último episódio no IGTV do Instagram @omundoeminhasvoltas. Obrigada a todas que estão participando e ajudando a espalhar tantas histórias lindas!

CLIQUE AQUI PARA VER O PRIMEIRO EPISÓDIO DO IGTV

CLIQUE AQUI PARA VER O SEGUNDO EPISÓDIO DO IGTV


Marcela Bertoni – São Paulo – Morando há 5 anos em Londres

 O que te motivou a ter a experiência de ir morar fora? Assim como você, eu tive meu primeiro contato com o intercâmbio em Londres, em 2009. Era muito nova, primeira vez longe de casa, eu praticamente esqueci que tinha vindo por motivos de “estudo” e curti como se não houvesse o amanhã. Quando eu voltei pro Brasil bateu o arrependimento de ter “jogado no lixo” o dinheiro dos meus pais. Com o passar do tempo a vontade de entender de verdade o que seria viver a minha independência, não só financeira mas emocional também, era cada vez mais viva dentro de mim. Nisso, em 2015, eu já tinha uma passagem de férias pra Londres e ai resolvi que viria pra ficar mesmo, pra me jogar e dessa vez seria por mim. Dito e feito, e cá estou até hoje 🙂 O que me motivou a ter essa nova experiência foi realmente uma vontade de crescimento pessoal e de vivência mesmo. Me encontrar, me conhecer, me entender longe do ninho de casa e da minha bolha social.

Qual foi a maior dificuldade antes de partir? A maior dificuldade foi a financeira. Eu trabalhava como produtora de TV e ganhava cerca de R$1300 por mês. Como eu resolvi vir pra ficar sem longo planejamento, eu tive uns 5 meses acho pra juntar uma grana (em librasssssss, sempre um sofrimento essa conversão kkk) que pudesse me deixar tranquila por um mês até conseguir um trampo. Por incrível que pareça a dificuldade emocional, que eu achei que fosse me pegar muito (sou mega emotiva), foi a parte mais tranquila antes de sair de Sampa. Porque pela primeira vez na VIDA eu estava decidida. Tava certa do que queria, do que vinha buscar.

Como lidou com o medo e inseguranças/incertezas durante o caminho? Marcela Insegura. Esse é o meu sobrenome. Não sei bem, minha insegurança sempre foi botar em prova a minha capacidade. Em tudo. Estranhamente vir à Londres não me deixou insegura. Teve uma época que eu acreditava que vir pra cá viraria uma página na minha vida e eu estaria “livre” dos meus monstros internos (coitada, alguém me avisa?). Eu mudei MUITO nesses últimos 5 anos de Londres, mas o que me ajudou de início a enfrentar minhas incertezas e inseguranças foi ir com medo mesmo. Real. Me jogar na nova realidade e experimentar as novas experiências entendendo que aquilo seria parte do meu crescimento por aqui. Claro que nos dias de raiva, cansaço eu esquecia disso e queria voltar correndo. Mas os momentos de sanidade voltavam e eu me colocava no eixo de novo.

Quando chegou no seu destino, o que foi acima e abaixo das expectativas? Difícil dizer. Eu já tinha tido experiência em Londres antes, então eu meio que já tinha uma base do que esperar daqui. Mas uma coisa que eu achava que eu iria arrasar mesmo, era encontrar um emprego na minha área num período mais curto por já ter experiência e ter inglês fluente. Acabou que a vida em Londres aconteceu, e cá estou até hoje sem trabalhar na área – muito por ter esquecido de focar mesmo, com a rotina do dia a dia fui pagando as contas e meio que esquecendo do meu objetivos. AH! E o frio. Também achava que ia arrasar com a escuridão e frio porque já sabia como era… balela! Nunca vou me acostumar com o clima daqui, não adianta kkk

Em algum momento pensou em desistir? Por que decidiu continuar? Sim! Com certeza! Eu tive um término de namoro que abalou meu emocional durante uns bons meses. Eu já tinha planos de voltar pro Brasil por ele, e quando terminamos quis voltar pelo aconchego da familia. Mas logo meus pais me trouxeram de volta pra realidade e eu vi que realmente não seria o momento de voltar. Além disso, a todo tempo tenho vontade de voltar pelo carinho e afeto de quem a gente ama, por estar “perdendo” a vivência de momentos tão importantes como a descoberta da gravidez de duas melhores amigas, casamentos que não pude ir… enfim. Pelo afeto, tenho vontade de voltar todos os dias. Pela qualidade de vida, não tenho vontade.

Passou alguma dificuldade especificamente por ser mulher? Cara, já! Atitudes e/ou olhares quando falava que sou brasileira. É bizarro como ainda existe esse estereótipo com nós mulheres brasileiras. Fora as situaçōes corriqueiras de ex colegas (homens) de trabalho se achando na liberdade de dar um tapa na bunda de brincadeira, ou vir com piada machista, ou até mesmo vindo de homens brasileiros… aconteceu muito. Quando eu era solteira e estava no tinder então… nem se fala! Era só dizer que era brasileira o papo mudava bastante (não com todos, claro, mas sempre tinha essa situação). Já faz um tempo que não passo por alguma situação chata assim.

O que te faz continuar na estrada ou morando em algum país? Qualidade de vida, sem sombra de dúvidas. Eu AMO o Brasil, morro de saudades todos os dias. Mas o fato de ter segurança pública de qualidade, saúde pública de qualidade, salário que me permita fazer o básico tranquilamente, facilidade em viajar o mundo, acesso à bens materiais mais democraticamente, a oportunidade de ajudar meus pais caso precise, cara, não me dá vontade de voltar ao Brasil – nesse momento. O principal que eu vim buscar era isso, qualidade de vida. E acredito que eu encontrei e pretendo manter por um bom tempo. Apesar do clima, sim! Sempre me perguntam como consigo, mas tudo o que eu falei acima faz valer as poucas horas de luz do dia.

Quais os pontos positivos e negativos de morar fora do Brasil? Vixe! Muitos.Positivos: sempre amei estar exposta a tantas diferentes culturas MUNDIAIS, bizarro como em Londres isso acontece. Como disse a cima, segurança pública é impagável, acesso a saúde pública (que apesar de receitarem paracetamol pra tudo kkk), transporte público IMPECÁVEL!, oportunidade de crescimento profissional (não importa de onde você comece), preços maravilhosos pra se viajar pela Europa e pelo mundo, democratização do poder de compra, etc. Negativos: distância da família e dos amigos pega muito, perder momentos importantes, falta de Sol no caso de Londres, “conflitos” culturais, saudade de tudo, às vezes a dificuldade de se expressar exatamente como quer em inglês, etc.

Quais são os seus valores durante uma viagem? O que busca e procura viver? Busco explorar o lugar que vou sem muito roteiro. Normalmente me programo pros pontos principais, mas de modo geral eu AMO “me perder” e descobrir cantinhos sem muita programação – Não sei, sinto que assim a gente descobre cantinhos que locais mesmo frequentariam. Comida é sempre o top 1 da lista e não tem jeito. Pra mim é um balance entre picos maneiros e comida local. Claro que conhecer pessoas é sempre um bônus, então sempre vou aberta pra isso! Num geral, sempre busco ir com o olhar curioso e coração aberto às experiências que o destino pode me proporcionar.

Qual o recado você daria para uma mulher que sonha em morar fora, mas não tem coragem? Se joga! Se HOJE você tem a oportunidade de se dar esse presente, só vai! O medo é natural, mas você vai se surpreender com a sua capacidade de adaptação. Independentemente se for pra ficar 1 mês ou 1 ano, vai! A bagagem cultural e pessoal que se leva de uma experiência fora da nossa realidade, da nossa bolha, da nossa mais pura zona de conforto, é gigante e você só vai ser arrepender de não ter ido. Se planeje sim, pesquise sim, se informe com certeza, mas não permita que a insegurança do desconhecido te prive de uma das melhores experiências da sua vida!


Danielle Coimbra – Brasília – Atualmente morando em Budapeste, na Hungria

O que te motivou a ter a experiência de ir morar fora? Eu já havia morado fora entre 2014 e 2015, na Índia e na Irlanda, e percebi depois dessas experiências que era algo que não tinha volta mais. O que me motivou a me mudar novamente foram principalmente a qualidade de vida e a segurança, algo que o Brasil infelizmente deixa a desejar, e também a oportunidade de ter um intercâmbio de culturas contínuo.

Qual foi a maior dificuldade antes de partir? Largar nossos empregos era uma decisão fácil, já que eu e meu marido (Neto) não éramos mais felizes no que fazíamos. Eu digo com toda a certeza que o mais difícil foi deixar a família. Sou muito próxima à minha, e todo dia longe é um dia a menos que tenho com eles, então é um exercício diário de focar nos objetivos do porquê estamos aqui.

Como lidou com o medo e inseguranças/incertezas durante o caminho? Planejamento. Quando decidimos ir embora, tínhamos muito claro pra nós que somente iríamos quando um de nós arrumasse um emprego em algum país. Não tínhamos estrutura psicológica pra ir como nômades, por exemplo, pois isso seria motivo de insegurança pra mim. Não temos cidadania, então nossas chances eram visto de trabalho mesmo. Acredito que o importante é se planejar de acordo com o modo de vida que você deseja ter. Juntar dinheiro, fazer os cálculos dos primeiros gastos, traçar um plano de como você vai se sustentar. Isso diminui muito as inseguranças que surgem no meio do caminho.

Quando chegou no seu destino, o que foi acima e abaixo das expectativas? Sabíamos que a língua seria um desafio, mas não imaginava o quanto! Achei que fosse conseguir estudar o húngaro e aprender com mais “facilidade”, mas ainda hoje, depois de dois anos, é onde enfrentamos mais dificuldades. No campo das expectativas positivas, eu diria que a estrutura da cidade me surpreendeu. O transporte público é muito bom, me sinto segura aqui na maior parte do tempo, a cidade toda está preparada pra bicicleta, além de ser uma capital linda!

Em algum momento pensou em desistir? Por que decidiu continuar? Sim, quando chegamos, eu tive um problema com o meu visto de trabalho, e precisei esperar quase cinco meses pra começar a trabalhar. Tive momentos de angústia, pensei em desistir, mas o planejamento salvou a gente. E terapia também! Esse 2020 também foi um ano de repensar a vida e, claro, aquele pensamento de voltar pra perto da família ficou presente o tempo todo. Ainda estou aqui lidando com ele. Na primeira crise eu foquei em não desistir do que me planejei com tanto esforço, e foi muito aquele pensamento de “sou maior que isso”. Na crise de 2020 o foco está sendo em “quero construir um futuro pra minha família, quero ter filhos que vão viver com segurança e qualidade de vida, quero crescer na profissão que escolhi seguir, quero que meu marido prospere”. Perseverança e resiliência são as palavras.

Passou alguma dificuldade especificamente por ser mulher? Não lembro de ter tido dificuldades por ser mulher. Preciso dizer também que estou em uma posição privilegiada da sociedade. Eu sou branca, tenho cabelos meio lisos e claros, passo por húngara sem problemas, então não acho que tenho voz aqui pra dizer, por exemplo, que a Hungria não é preconceituosa. A gente vê que outras pessoas são tratadas diferente, seja pela cor, pela orientação sexual, ou pela descendência. É um país ainda muito preconceituoso e xenófobo. Também trabalho em uma empresa que eu sinto que valoriza tanto os homens quanto as mulheres.

O que te faz continuar na estrada ou morando em algum país? Temos um objetivo: construir um futuro pra nossa família, filhos que ainda virão. Me especializar na minha nova profissão e consolidar um negócio para o meu marido. Hoje ele tem uma bolsa de estudos na faculdade daqui, e planos de montar uma microempresa estão saindo do papel.

Quais os pontos positivos e negativos de morar fora do Brasil? Dentre os positivos, expandir nossos horizontes pra outras culturas, perceber o quanto somos diferentes, e o quanto outros povos têm a ensinar pra gente. Entender que o Brasil não teve as várias guerras que já aconteceram por aqui, e que isso muda a mentalidade das pessoas, para o bem e para o mal. Perceber que podemos viver com muito menos do que vivemos no Brasil, sem carro, sem o celular do ano, sem roupas novas o tempo todo. Que andar de ônibus não é um problema, que brechó é a coisa mais normal do mundo. Pontos negativos, seria a saudade e aquele apoio constante da família, e também do calor, tanto o do sol quanto o humano. O brasileiro é único nesse sentido!

Quais são os seus valores durante uma viagem? O que busca e procura viver? Eu adoro experimentar as comidas dos países que visito, fico chateada quando tenho que economizar comendo um cachorro quente. Amo natureza, e já não tenho muita paciência pra turismo de cidade, aquela coisa ponte-igreja-praça-museu. Em Budapeste, eu curto fazer o circuito dos cafés e brunches, e no verão meu lugar preferido são os bares que ficam dentro dos parques! Limonada, cerveja, uma musiquinha!

Qual o recado você daria para uma mulher que sonha em morar fora, mas não tem coragem? Se planeje e estude inglês. Faça uma viagem de férias pra algum lugar fora do Brasil, pois isso dá uma injeção de coragem que eu nem te conto! Corte os gastos que você identifica como supérfluos. Eu já vi várias pessoas me dizerem que não têm dinheiro pra viajar como eu viajo, mas aí, essa pessoa faz unha toda semana no salão, não perde uma ponta de estoque e quando vai pra balada gasta uma fortuna em drinks e combos de vodka. Prioridades, né? Já falei do inglês? Sim, pra morar fora ele é muito importante, pois te abre portas e vistos de trabalho.


Natalia Gudin – Campo Grande/MS – Atualmente em Dublin

O que te motivou a ter a experiência de ir morar fora? Conhecer novas culturas, ter uma nova experiência de vida comigo mesma e eu queria morar em um país que me oferecesse maior qualidade de vida em relação a emprego, segurança e lazer.
Qual foi a maior dificuldade antes de partir? Deixar família, pois foi a primeira vez que saí de casa.

Como lidou com o medo e inseguranças/incertezas durante o caminho? Fazendo amizades sem esquecer dos meus objetivos e lembrando do meu potencial.

Quando chegou no seu destino, o que foi acima e abaixo das expectativas? Acima: velocidade de juntar dinheiro. Abaixo: clima.

Em algum momento pensou em desistir? Sim, já pensei em desistir. Decidi continuar pois percebi o quanto eu tive e ainda estou tendo um grande crescimento pessoal.

O que te faz continuar na estrada ou morando em algum país? Me sentir progredindo e alcançando meus objetivos.
Quais são os seus valores durante uma viagem? O que busca e procura viver? Conhecer a fundo a cultura e também as outras cidades do país que estou morando. Me aprofundar na língua, fazer amizades com nativos, me arriscar e me desenvolver profissionalmente, aproveitar as novas oportunidades que me são dadas e juntar dinheiro.
Qual o recado você daria para uma mulher que sonha em morar fora, mas não tem coragem? Enfrentem seus medos e saiam da zona de conforto. Você não vai saber o que te espera pela frente se não tentar!

 


Caroline – São Paulo – Atualmente morando em Madrid

O que te motivou a ter a experiência de ir morar fora? Eu vim morar fora por conta de uma oportunidade de emprego do meu marido.
Qual foi a maior dificuldade antes de partir? Deixar a minha família e minha profissão, já que aqui preciso homologar meu diploma para conseguir atuar na área.

Como lidou com o medo e inseguranças/incertezas durante o caminho? Me informando sobre o destino, o que poderia fazer de diferente por aqui.

Em algum momento pensou em desistir? Pensei em desistir por conta da família, mas a oportunidade de viver em um lugar melhor e criar meu filho com mais segurança e qualidade de vida me fizeram continuar.
Quais são os seus valores durante uma viagem? O que busca e procura viver? Procuro sempre conhecer a cultura do lugar, adoro ir onde vão os locais, supermercados. Sentar e olhar o movimento.
Quais os pontos positivos e negativos de morar fora do Brasil? Positivos: amadurecimento, aprender a se virar, aprender outro idioma. Negativo: a saudade do que ficou.
Qual o recado você daria para uma mulher que sonha em morar fora, mas não tem coragem? Acredite que no final tudo dá certo! Se ficar esperando o momento certo, ele nunca virá.
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Livia Zanon
Sou Campo-Grandense mas pertenço à este mundão. Apaixonada em compartilhar as experiências, dicas, perrengues e toda transformação que viajar trouxe à minha vida, criei o blog para inspirar as pessoas a saírem da zona de conforto e viverem coisas incríveis. Viajar é o que faz me sentir viva!

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